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Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -Queridos irmãos e irmãs,Hoje escutamos o Cântico do Amor de Deus, o Cântico da Vinha. Na Sagrada Escritura o pão simboliza o essencial para o ser humano sobreviver, e o vinho simboliza a essência da vida, aquilo que traz alegria ao coração, e também simboliza o amor. Hoje vemos no Evangelho Jesus que continua a confrontar-se com os sacerdotes judeus e os anciãos. Esta classe não conseguia acreditar em Jesus e buscava acabar com a sua missão. Então, Jesus sabendo que eles eram bons conhecedores da Palavra de Deus conta-lhes uma parábola que, sem dúvida nenhuma, é inspirada no Cântico da Vinha do profeta Isaías que lemos na primeira leitura. No Cântico da Vinha, Deus fala ao povo de Jerusalém, através de Isaías, que ele amou o seu povo de uma forma imensurável. Ele arrancou este povo do Egito como uma videira e a plantou na Terra Prometida onde corre leite e mel. Deus cuidou de seu povo com todo amor, porém, eles duvidaram deste amor, produziram uvas azedas vivendo uma religiosidade superficial de aparências. E nós também corremos o mesmo risco deste povo quando produzimos as nossas uvas azedas de autossuficiência, arrogância, esquecimento de Deus, vergonha da Igreja, etc. Aqui devemos salientar que a fé é um amor passivo, ou seja, Deus nos ama e nós reconhecendo este amor temos fé, acreditamos Nele. Deus não amou o seu povo somente por palavras, todavia vemos no Cântico o verbo “fazer” várias vezes. O amor de Deus é verdadeiro, prático, Ele faz! Deus nos ama também e devemos reconhecer a sua obra em nossa vida, reconhecer o seu amor por nós, e retribuirmos a ele com uma fé profunda e verdadeira. Como dissemos acima, o Evangelho é um paralelo da primeira leitura. Jesus também conta sobre o amor de Deus através de sua parábola. Nela ele relata que Deus amor o seu povo e o constituiu acima dos povos para ser sinal de Sua presença. Mas este povo, assim como os arrendatários da parábola, quiseram viver para si mesmos excluindo Deus de sua existência. Então Deus enviou a este povo os profetas para anunciar a Sua Palavra, mas como na parábola onde os arrendatários mataram os enviados do patrão, o povo de Jerusalém matou os profetas. Por fim, Deus enviou seu Filho Unigênito para anunciar a Salvação, o seu amor, mas também mataram o Filho do Senhor; Jesus Cristo. Aqui vemos que Deus muitas vezes procurou dar o perdão a nós, não nos abandonou apesar de nossa ingratidão. Por fim, tanto na parábola quanto no Cântico, Deus promete que fará justiça em meio a tanto desamor. Queridos irmãos e irmãs, peçamos a Deus misericórdia. Que ele nos auxilie para sermos como nos diz o evangelista João, ramos unidos à videira e que dão muitos frutos. Que a Virgem Maria nos auxilie em nossa caminhada de cristãos, ela que deu o maior fruto de amor para a humanidade, o próprio Cristo Jesus, Nosso Senhor. Entreguemos o nosso coração à Maria, para que ela nos entregue a Deus que nos ama e nos quer participantes do seu banquete. Deus vos abençoe.
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Queridos irmãos e irmãs,
Hoje escutamos o Cântico do Amor de Deus, o Cântico da Vinha. Na Sagrada Escritura o pão simboliza o essencial para o ser humano sobreviver, e o vinho simboliza a essência da vida, aquilo que traz alegria ao coração, e também simboliza o amor. Hoje vemos no Evangelho Jesus que continua a confrontar-se com os sacerdotes judeus e os anciãos. Esta classe não conseguia acreditar em Jesus e buscava acabar com a sua missão. Então, Jesus sabendo que eles eram bons conhecedores da Palavra de Deus conta-lhes uma parábola que, sem dúvida nenhuma, é inspirada no Cântico da Vinha do profeta Isaías que lemos na primeira leitura.
No Cântico da Vinha, Deus fala ao povo de Jerusalém, através de Isaías, que ele amou o seu povo de uma forma imensurável. Ele arrancou este povo do Egito como uma videira e a plantou na Terra Prometida onde corre leite e mel. Deus cuidou de seu povo com todo amor, porém, eles duvidaram deste amor, produziram uvas azedas vivendo uma religiosidade superficial de aparências. E nós também corremos o mesmo risco deste povo quando produzimos as nossas uvas azedas de autossuficiência, arrogância, esquecimento de Deus, vergonha da Igreja, etc. Aqui devemos salientar que a fé é um amor passivo, ou seja, Deus nos ama e nós reconhecendo este amor temos fé, acreditamos Nele. Deus não amou o seu povo somente por palavras, todavia vemos no Cântico o verbo “fazer” várias vezes. O amor de Deus é verdadeiro, prático, Ele faz! Deus nos ama também e devemos reconhecer a sua obra em nossa vida, reconhecer o seu amor por nós, e retribuirmos a ele com uma fé profunda e verdadeira.
Como dissemos acima, o Evangelho é um paralelo da primeira leitura. Jesus também conta sobre o amor de Deus através de sua parábola. Nela ele relata que Deus amor o seu povo e o constituiu acima dos povos para ser sinal de Sua presença. Mas este povo, assim como os arrendatários da parábola, quiseram viver para si mesmos excluindo Deus de sua existência. Então Deus enviou a este povo os profetas para anunciar a Sua Palavra, mas como na parábola onde os arrendatários mataram os enviados do patrão, o povo de Jerusalém matou os profetas. Por fim, Deus enviou seu Filho Unigênito para anunciar a Salvação, o seu amor, mas também mataram o Filho do Senhor; Jesus Cristo. Aqui vemos que Deus muitas vezes procurou dar o perdão a nós, não nos abandonou apesar de nossa ingratidão. Por fim, tanto na parábola quanto no Cântico, Deus promete que fará justiça em meio a tanto desamor.
Queridos irmãos e irmãs, peçamos a Deus misericórdia. Que ele nos auxilie para sermos como nos diz o evangelista João, ramos unidos à videira e que dão muitos frutos. Que a Virgem Maria nos auxilie em nossa caminhada de cristãos, ela que deu o maior fruto de amor para a humanidade, o próprio Cristo Jesus, Nosso Senhor. Entreguemos o nosso coração à Maria, para que ela nos entregue a Deus que nos ama e nos quer participantes do seu banquete. Deus vos abençoe.
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