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Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -Jesus ao acolher os apóstolos vindos de uma ação missionária, diz-lhes: “Vinde comigo para um lugar isolado e descansai um pouco”. Neste Domingo damos conta que Jesus convida os seus discípulos a descansar um pouco com Ele. A missão dos discípulos não pode ser desligada de Jesus. Os discípulos devem, com frequência, reunir-se à volta de Jesus, dialogar com Ele, escutar os seus ensinamentos, confrontar permanentemente a pregação feita com a proposta de Jesus. Não se pode deixar de ter tempo e disponibilidade para se encontrar com Jesus, pois é Jesus quem dá sentido à missão do discípulo e que o permite, tantas vezes fatigado e desanimado, voltar a descobrir o sentido das coisas e renovar o seu empenho.
O Evangelho de hoje é um alerta de Jesus sobre a necessidade de descansarmos. É um aviso contra o ativismo exagerado, que destrói as forças do corpo e do espírito e leva, tantas vezes, a perder o sentido da missão. Esse “descanso” deve acontecer junto de Jesus. É ao lado Dele, escutando-O, dialogando com Ele, gozando da sua intimidade, que nós recuperamos as nossas forças. Jesus convida-nos a respeitar também as exigências da natureza corporal, e ter um pouco de repouso. O cansaço pode apoderar-se dos pais de família, dos variados servidores pastorais das nossas comunidades, daqueles que fazem da ajuda e do cuidado dos outros a sua principal ocupação de vida. Deus não quer que nós fiquemos fatigados Dele. Ele não quer que, ao nos sentir cansados, nos deixemos levar pela dúvida sobre se vale à pena continuar a segui-Lo.
Jesus pede para não perdermos o sentido do essencial, pois é preciso tempo para avaliar, descansar, recuperar forças, renovar o compromisso com Deus e a vida. Jesus quer que tenhamos um tempo de paz, descanso, repouso, sossego, afastados das dificuldades do dia-a-dia. Nós também precisamos de pausas, de guardar o domingo, como dia do Senhor. Dia de descanso e encontro com Deus através da Eucaristia. É bom e salutar o hábito de rezar um pouco todos os dias, seja a caminho do trabalho, seja no regresso, ou já na privacidade do lar; É bom fazer uma visita ao Santíssimo Sacramento, de estarmos na sua presença. Manifestemos a nossa consciência de que todos somos ovelhas e todos temos necessidade do Pastor que cuide de nós. Ele está de coração aberto à nossa espera. Repousemos no Senhor! . «Vinde comigo descansar» é convite amoroso que Jesus também nos dirige. E esse descanso com Ele concretiza-se na oração. Orar é verdadeiramente falar com Deus. Sem estes encontros e diálogos divinos, corre-se o risco de gastar energias em vão. «Sem Mim, nada podeis fazer» nos previne o Senhor. Estar na companhia de Jesus sempre será a maior de todas as virtudes do homem; portanto, devemos reservar um tempo para estar em unidade com Jesus, pois com ele é possível partilhar os acontecimentos da vida, do trabalho, da missão e então se reabastecer junto ao Mestre dos mestres O tempo de oração não é tempo perdido, mas sim o mais bem aproveitado. Ele torna rendoso e válido todo o trabalho do dia a dia, da vida de cada um. Importa pois prestar muita atenção à oração individual, familiar, comunitária e à participação na Eucarística dominical. O Domingo, dia do Senhor, é por excelência ocasião de encontro amoroso e de descanso com Ele.
“Jesus compadeceu-Se de toda aquela gente, que eram como ovelhas sem pastor”. Jesus é capaz de “compadecer-se” das misérias humanas, na pessoa dos doentes, pobres e abandonados. Toda raça humana é como uma única ovelha que Jesus toma sobre os seus ombros. A comoção de Jesus diante das “ovelhas sem pastor” é sinal da sua preocupação e do seu amor. Revela a sua sensibilidade e manifesta a sua solidariedade para com todos os sofredores. A comoção de Jesus convida-nos a sermos sensíveis às dores e necessidades dos nossos irmãos e irmãs. Todo o homem é nosso irmão e tem direito de esperar de nós um gesto de bondade e de acolhimento. Não podemos ficar no nosso canto, com a consciência em paz, ao ver o nosso irmão ou irmã sofrendo. O nosso coração tem de doer, a nossa consciência tem de questionar-nos, quando vimos um homem ou uma mulher ser magoado, explorado, ofendido, marginalizado, privado dos seus direitos e da sua dignidade. Um cristão é alguém que tem de sentir como seus os sofrimentos do próximo.
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Jesus ao acolher os apóstolos vindos de uma ação missionária, diz-lhes: “Vinde comigo para um lugar isolado e descansai um pouco”. Neste Domingo damos conta que Jesus convida os seus discípulos a descansar um pouco com Ele. A missão dos discípulos não pode ser desligada de Jesus. Os discípulos devem, com frequência, reunir-se à volta de Jesus, dialogar com Ele, escutar os seus ensinamentos, confrontar permanentemente a pregação feita com a proposta de Jesus. Não se pode deixar de ter tempo e disponibilidade para se encontrar com Jesus, pois é Jesus quem dá sentido à missão do discípulo e que o permite, tantas vezes fatigado e desanimado, voltar a descobrir o sentido das coisas e renovar o seu empenho.
O Evangelho de hoje é um alerta de Jesus sobre a necessidade de descansarmos. É um aviso contra o ativismo exagerado, que destrói as forças do corpo e do espírito e leva, tantas vezes, a perder o sentido da missão. Esse “descanso” deve acontecer junto de Jesus. É ao lado Dele, escutando-O, dialogando com Ele, gozando da sua intimidade, que nós recuperamos as nossas forças. Jesus convida-nos a respeitar também as exigências da natureza corporal, e ter um pouco de repouso. O cansaço pode apoderar-se dos pais de família, dos variados servidores pastorais das nossas comunidades, daqueles que fazem da ajuda e do cuidado dos outros a sua principal ocupação de vida. Deus não quer que nós fiquemos fatigados Dele. Ele não quer que, ao nos sentir cansados, nos deixemos levar pela dúvida sobre se vale à pena continuar a segui-Lo.
Jesus pede para não perdermos o sentido do essencial, pois é preciso tempo para avaliar, descansar, recuperar forças, renovar o compromisso com Deus e a vida. Jesus quer que tenhamos um tempo de paz, descanso, repouso, sossego, afastados das dificuldades do dia-a-dia. Nós também precisamos de pausas, de guardar o domingo, como dia do Senhor. Dia de descanso e encontro com Deus através da Eucaristia. É bom e salutar o hábito de rezar um pouco todos os dias, seja a caminho do trabalho, seja no regresso, ou já na privacidade do lar; É bom fazer uma visita ao Santíssimo Sacramento, de estarmos na sua presença. Manifestemos a nossa consciência de que todos somos ovelhas e todos temos necessidade do Pastor que cuide de nós. Ele está de coração aberto à nossa espera. Repousemos no Senhor! .
«Vinde comigo descansar» é convite amoroso que Jesus também nos dirige. E esse descanso com Ele concretiza-se na oração. Orar é verdadeiramente falar com Deus. Sem estes encontros e diálogos divinos, corre-se o risco de gastar energias em vão. «Sem Mim, nada podeis fazer» nos previne o Senhor. Estar na companhia de Jesus sempre será a maior de todas as virtudes do homem; portanto, devemos reservar um tempo para estar em unidade com Jesus, pois com ele é possível partilhar os acontecimentos da vida, do trabalho, da missão e então se reabastecer junto ao Mestre dos mestres O tempo de oração não é tempo perdido, mas sim o mais bem aproveitado. Ele torna rendoso e válido todo o trabalho do dia a dia, da vida de cada um. Importa pois prestar muita atenção à oração individual, familiar, comunitária e à participação na Eucarística dominical. O Domingo, dia do Senhor, é por excelência ocasião de encontro amoroso e de descanso com Ele.
“Jesus compadeceu-Se de toda aquela gente, que eram como ovelhas sem pastor”. Jesus é capaz de “compadecer-se” das misérias humanas, na pessoa dos doentes, pobres e abandonados. Toda raça humana é como uma única ovelha que Jesus toma sobre os seus ombros. A comoção de Jesus diante das “ovelhas sem pastor” é sinal da sua preocupação e do seu amor. Revela a sua sensibilidade e manifesta a sua solidariedade para com todos os sofredores. A comoção de Jesus convida-nos a sermos sensíveis às dores e necessidades dos nossos irmãos e irmãs. Todo o homem é nosso irmão e tem direito de esperar de nós um gesto de bondade e de acolhimento. Não podemos ficar no nosso canto, com a consciência em paz, ao ver o nosso irmão ou irmã sofrendo. O nosso coração tem de doer, a nossa consciência tem de questionar-nos, quando vimos um homem ou uma mulher ser magoado, explorado, ofendido, marginalizado, privado dos seus direitos e da sua dignidade. Um cristão é alguém que tem de sentir como seus os sofrimentos do próximo.
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