Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -O Evangelho é uma revelação de Jesus aos discípulos que Ele deverá passar pela Cruz e pelo sofrimento para ressuscitar e salvar a humanidade. Pedro não compreende como isso possa ser possível, não aceita tal caminho para Jesus e diz: “Deus não permita tal coisa, Senhor!”. Neste momento Pedro esta sendo motivo de tentação para Jesus. São as mesmas tentações que Jesus experimentou no início do seu ministério público. As palavras de Pedro tem como objetivo desviar Jesus do cumprimento da vontade do Pai. No entanto Jesus não está disposto a transgredir o seu amor e a sua fidelidade com Deus Pai, por isso Jesus usa para Pedro a mesma resposta que Ele deu ao diabo no deserto: “Retira-te, Satanás”.
Isto nos mostra que a maneira de pensar de Deus não passa por vitórias humanas, nem por esquemas de poder e de domínio, mas passa pela doação da vida e pelo amor a Deus e ao próximo até às últimas consequências.
Na segunda parte do Evangelho, Jesus apresenta algumas orientações sobre as atitudes que se devem ter como discípulo de Cristo. Quem quiser ser discípulo de Jesus, tem de “renunciar a si mesmo”, “tomar a cruz” e seguir Jesus no seu caminho de amor, de entrega e de doação da vida.
O que é que significa renunciar a si mesmo? É não deixar que o egoísmo, o orgulho, o comodismo, a auto-suficiência dominem a vida. O cristão não pode viver fechado no seu cantinho, olhando somente para si mesmo, vivendo preocupado apenas em seus sonhos pessoais, indiferente às dificuldades que se passam à sua volta, insensível às necessidades dos irmãos, alheio às lutas e reivindicações do próximo; mas viver para Deus, na solidariedade, na partilha e no serviço aos irmãos.
O que é que significa “tomar a cruz” de Jesus e segui-l’O? É amar até às últimas consequências. É estar disposto a ser solidário com o próximo para que seja mais livre e feliz. Não ter medo de lutar contra a injustiça, a exploração, a miséria, o pecado, mesmo que isso signifique enfrentar incompreensões e desafios. A cruz é exemplo de um amor total, radical, que se dá até à morte. Significa entregar a própria vida por amor.
Por que se deve tomar a Cruz de cada dia e seguir a Cristo? Porque doar a vida por amor não é perdê-la, mas ganhá-la. Quem é capaz de dar a vida a Deus e aos irmãos não fracassou, mas ganhou a vida eterna, a vida verdadeira que Deus oferece a quem vive de acordo com a sua vontade.
Por que a vida que temos neste mundo não é a vida definitiva. Não devemos, pois, preocupar-se em preservá-la a qualquer custo. O que é preciso é buscar desde agora essa vida definitiva que passa pelo amor total e pela doação a Deus e aos outros.
Porque precisamos pensar no nosso encontro final com Deus. Ele nos dará a recompensa pelas opções que fizemos durante a vida. Portanto ser cristão é ter Jesus como referência principal em torno do qual se vive e se constrói toda a sua existência.
As leituras deste domingo nos apresentam três perfis de discípulos de Jesus: 1) Pedro – que tem medo de assumir a cruz para si e para Jesus; 2) Paulo – que nos convida a não nos conformar com a lógica do mundo para que a nossa vida esteja de acordo com a vontade de Deus; 3) Jeremias – que, apesar de todas as dificuldades e incompreensões encontradas na vivência da sua vocação de profeta, se deixa seduzir pelo amor de Deus. E nós? Que tipo de discípulos somos?
No encerramento do mês vocacional, celebramos hoje o dia do Catequista. Catequistas, são todas as pessoas que trabalham na educação da fé, os que preparam para o batismo, eucaristia, crisma, matrimônio, líderes de círculos bíblicos e grupos de reflexão... Catequistas são todos aqueles que ajudam as pessoas a crescerem no conhecimento da mensagem cristã e os conduzem a uma experiência de Deus. O ministério da catequese é fundamental para a vivência da fé em comunidade. Os catequistas buscam alimentar a fé com a Palavra de Deus e a Eucaristia e exercem o ministério de educação da fé através de encontros e celebrações levando as pessoas a uma experiência pessoal e comunitária com a Trindade. Que Deus abençoe todos os nossos catequistas para que sejam fiéis à sua missão e que levem muitos a fazer o seu encontro pessoal com Cristo.
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O Evangelho é uma revelação de Jesus aos discípulos que Ele deverá passar pela Cruz e pelo sofrimento para ressuscitar e salvar a humanidade. Pedro não compreende como isso possa ser possível, não aceita tal caminho para Jesus e diz: “Deus não permita tal coisa, Senhor!”. Neste momento Pedro esta sendo motivo de tentação para Jesus. São as mesmas tentações que Jesus experimentou no início do seu ministério público. As palavras de Pedro tem como objetivo desviar Jesus do cumprimento da vontade do Pai. No entanto Jesus não está disposto a transgredir o seu amor e a sua fidelidade com Deus Pai, por isso Jesus usa para Pedro a mesma resposta que Ele deu ao diabo no deserto: “Retira-te, Satanás”.
Isto nos mostra que a maneira de pensar de Deus não passa por vitórias humanas, nem por esquemas de poder e de domínio, mas passa pela doação da vida e pelo amor a Deus e ao próximo até às últimas consequências.
Na segunda parte do Evangelho, Jesus apresenta algumas orientações sobre as atitudes que se devem ter como discípulo de Cristo. Quem quiser ser discípulo de Jesus, tem de “renunciar a si mesmo”, “tomar a cruz” e seguir Jesus no seu caminho de amor, de entrega e de doação da vida.
O que é que significa renunciar a si mesmo? É não deixar que o egoísmo, o orgulho, o comodismo, a auto-suficiência dominem a vida. O cristão não pode viver fechado no seu cantinho, olhando somente para si mesmo, vivendo preocupado apenas em seus sonhos pessoais, indiferente às dificuldades que se passam à sua volta, insensível às necessidades dos irmãos, alheio às lutas e reivindicações do próximo; mas viver para Deus, na solidariedade, na partilha e no serviço aos irmãos.
O que é que significa “tomar a cruz” de Jesus e segui-l’O? É amar até às últimas consequências. É estar disposto a ser solidário com o próximo para que seja mais livre e feliz. Não ter medo de lutar contra a injustiça, a exploração, a miséria, o pecado, mesmo que isso signifique enfrentar incompreensões e desafios. A cruz é exemplo de um amor total, radical, que se dá até à morte. Significa entregar a própria vida por amor.
Por que se deve tomar a Cruz de cada dia e seguir a Cristo? Porque doar a vida por amor não é perdê-la, mas ganhá-la. Quem é capaz de dar a vida a Deus e aos irmãos não fracassou, mas ganhou a vida eterna, a vida verdadeira que Deus oferece a quem vive de acordo com a sua vontade.
Por que a vida que temos neste mundo não é a vida definitiva. Não devemos, pois, preocupar-se em preservá-la a qualquer custo. O que é preciso é buscar desde agora essa vida definitiva que passa pelo amor total e pela doação a Deus e aos outros.
Porque precisamos pensar no nosso encontro final com Deus. Ele nos dará a recompensa pelas opções que fizemos durante a vida. Portanto ser cristão é ter Jesus como referência principal em torno do qual se vive e se constrói toda a sua existência.
As leituras deste domingo nos apresentam três perfis de discípulos de Jesus: 1) Pedro – que tem medo de assumir a cruz para si e para Jesus; 2) Paulo – que nos convida a não nos conformar com a lógica do mundo para que a nossa vida esteja de acordo com a vontade de Deus; 3) Jeremias – que, apesar de todas as dificuldades e incompreensões encontradas na vivência da sua vocação de profeta, se deixa seduzir pelo amor de Deus. E nós? Que tipo de discípulos somos?
No encerramento do mês vocacional, celebramos hoje o dia do Catequista. Catequistas, são todas as pessoas que trabalham na educação da fé, os que preparam para o batismo, eucaristia, crisma, matrimônio, líderes de círculos bíblicos e grupos de reflexão... Catequistas são todos aqueles que ajudam as pessoas a crescerem no conhecimento da mensagem cristã e os conduzem a uma experiência de Deus. O ministério da catequese é fundamental para a vivência da fé em comunidade. Os catequistas buscam alimentar a fé com a Palavra de Deus e a Eucaristia e exercem o ministério de educação da fé através de encontros e celebrações levando as pessoas a uma experiência pessoal e comunitária com a Trindade. Que Deus abençoe todos os nossos catequistas para que sejam fiéis à sua missão e que levem muitos a fazer o seu encontro pessoal com Cristo.
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