Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -A celebração da Sagrada Família, Jesus, Maria e José, nos mostra que Jesus ao assumir a nossa humanidade o fez através de uma família humana. A Sagrada Família de Nazaré passou por tribulações e angústias assim como as famílias de hoje. Desde a infância, Jesus passa pelo sofrimento, sobretudo pelo sofrimento causado pela estupidez e cobiça do poder dos outros opressores. É uma família que se defronta com crises, dificuldades e contrariedades, mas permanece unida para superar as dificuldades.
A Sagrada Família é também uma família onde se escuta a Palavra de Deus e onde se aprende a ler os sinais de Deus. É na escuta da Palavra que esta família consegue encontrar as soluções para vencer as contrariedades e para ajudar os membros a vencer os riscos que correm; é na escuta de Deus que esta família consegue descobrir os caminhos a percorrer, a fim de assegurar a cada um dos seus membros a vida e o futuro. A Sagrada Família é, ainda, uma família que obedece a Deus. Diante das indicações de Deus, não discute nem argumenta; mas cumpre à risca os desígnios de Deus. E é precisamente o cumprimento obediente dos projetos de Deus que assegura a esta família um futuro de vida, de tranquilidade e de paz.
A leitura do livro do Eclesiástico nos apresenta algumas atitudes que devem ser seguidas para que a família seja um lugar de Deus: honrar pai e mãe, amparar os pais na velhice; ser compreensivo, humildade, caridoso, escutar as orientações e os conselhos dos pais. Podemos dizer que três são as atitudes essenciais de se viver em família: ter o respeito aos pais, ter um bom comportamento familiar e ter um bom senso para apreciar todas os fatos que envolvem a vida familiar. Esta leitura fornece indicações práticas para nos ajudar a construir famílias felizes, que sejam espaços de encontro, de partilha, de fraternidade, de amor verdadeiro. Por isso o Salmo Responsorial (Sl. 128) nos convida a cantar: Felizes os que temem o Senhor e trilham seus caminhos!
Na segunda leitura(cf. Cl 3,12-21), São Paulo diz que a convivência familiar deve basear-se, acima de tudo no amor, que é vínculo de perfeição, e também no perdão e na paz em Cristo. Ele sublinha que o amor de Cristo deve fundamentar as regras da vida familiar. Por isso as mulheres tenham respeito para com os maridos; os maridos, amem as suas esposas, evitando o domínio tirânico sobre elas; os filhos, tenham obediência aos pais; os pais não sejam excessivamente severos para com os filhos, pois isso pode impedir o normal desenvolvimento das suas capacidades.
São Paulo diz ainda que através do perdão cria-se um homem e mulher novos. Viver como “Homem e mulher Novos” é cultivar um conjunto de virtudes que resultam da união do cristão com Cristo: misericórdia, bondade, humildade, mansidão, paciência. Viver “em Cristo” implica viver, como Ele, no amor total, no serviço, na disponibilidade, na doação da vida. É desta forma que o amor deve presidir às relações entre os membros de uma família.
Outra virtude importante de se viver na família é a paciência. É uma virtude de Deus que nos ensina a ter um amor paciente, um com o outro. Só Deus sabe criar a harmonia a partir das diferenças. Se falta o amor de Deus, a família também perde a harmonia, prevalecem os individualismos, se apaga a alegria. Pelo contrário, a família que vive a alegria da fé, comunica-a espontaneamente, é sal da terra e luz do mundo, é fermento para toda a sociedade.
A Sagrada Família, que teve de superar muitas provas dolorosas, vele sobre todas as famílias do mundo. Ela continua sendo o modelo de vida familiar, principalmente sobre aquelas que vivem em situações difíceis. Que ela ajude os homens de cultura e os responsáveis políticos para que defendam a instituição familiar fundada no matrimônio e a apoiem ao enfrentarem os graves desafios do tempo presente. Queridas famílias, vivei sempre com fé e simplicidade, como a Sagrada Família de Nazaré. A alegria e a paz do Senhor estejam sempre convosco!”
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A celebração da Sagrada Família, Jesus, Maria e José, nos mostra que Jesus ao assumir a nossa humanidade o fez através de uma família humana. A Sagrada Família de Nazaré passou por tribulações e angústias assim como as famílias de hoje. Desde a infância, Jesus passa pelo sofrimento, sobretudo pelo sofrimento causado pela estupidez e cobiça do poder dos outros opressores. É uma família que se defronta com crises, dificuldades e contrariedades, mas permanece unida para superar as dificuldades.
A Sagrada Família é também uma família onde se escuta a Palavra de Deus e onde se aprende a ler os sinais de Deus. É na escuta da Palavra que esta família consegue encontrar as soluções para vencer as contrariedades e para ajudar os membros a vencer os riscos que correm; é na escuta de Deus que esta família consegue descobrir os caminhos a percorrer, a fim de assegurar a cada um dos seus membros a vida e o futuro. A Sagrada Família é, ainda, uma família que obedece a Deus. Diante das indicações de Deus, não discute nem argumenta; mas cumpre à risca os desígnios de Deus. E é precisamente o cumprimento obediente dos projetos de Deus que assegura a esta família um futuro de vida, de tranquilidade e de paz.
A leitura do livro do Eclesiástico nos apresenta algumas atitudes que devem ser seguidas para que a família seja um lugar de Deus: honrar pai e mãe, amparar os pais na velhice; ser compreensivo, humildade, caridoso, escutar as orientações e os conselhos dos pais. Podemos dizer que três são as atitudes essenciais de se viver em família: ter o respeito aos pais, ter um bom comportamento familiar e ter um bom senso para apreciar todas os fatos que envolvem a vida familiar. Esta leitura fornece indicações práticas para nos ajudar a construir famílias felizes, que sejam espaços de encontro, de partilha, de fraternidade, de amor verdadeiro. Por isso o Salmo Responsorial (Sl. 128) nos convida a cantar: Felizes os que temem o Senhor e trilham seus caminhos!
Na segunda leitura(cf. Cl 3,12-21), São Paulo diz que a convivência familiar deve basear-se, acima de tudo no amor, que é vínculo de perfeição, e também no perdão e na paz em Cristo. Ele sublinha que o amor de Cristo deve fundamentar as regras da vida familiar. Por isso as mulheres tenham respeito para com os maridos; os maridos, amem as suas esposas, evitando o domínio tirânico sobre elas; os filhos, tenham obediência aos pais; os pais não sejam excessivamente severos para com os filhos, pois isso pode impedir o normal desenvolvimento das suas capacidades.
São Paulo diz ainda que através do perdão cria-se um homem e mulher novos. Viver como “Homem e mulher Novos” é cultivar um conjunto de virtudes que resultam da união do cristão com Cristo: misericórdia, bondade, humildade, mansidão, paciência. Viver “em Cristo” implica viver, como Ele, no amor total, no serviço, na disponibilidade, na doação da vida. É desta forma que o amor deve presidir às relações entre os membros de uma família.
Outra virtude importante de se viver na família é a paciência. É uma virtude de Deus que nos ensina a ter um amor paciente, um com o outro. Só Deus sabe criar a harmonia a partir das diferenças. Se falta o amor de Deus, a família também perde a harmonia, prevalecem os individualismos, se apaga a alegria. Pelo contrário, a família que vive a alegria da fé, comunica-a espontaneamente, é sal da terra e luz do mundo, é fermento para toda a sociedade.
A Sagrada Família, que teve de superar muitas provas dolorosas, vele sobre todas as famílias do mundo. Ela continua sendo o modelo de vida familiar, principalmente sobre aquelas que vivem em situações difíceis. Que ela ajude os homens de cultura e os responsáveis políticos para que defendam a instituição familiar fundada no matrimônio e a apoiem ao enfrentarem os graves desafios do tempo presente. Queridas famílias, vivei sempre com fé e simplicidade, como a Sagrada Família de Nazaré. A alegria e a paz do Senhor estejam sempre convosco!”
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