Crédito da foto - CENTRO ALETTI
Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -Queridos irmãos e irmãs,Neste domingo a Igreja nos chama a refletir sobre o sacerdócio católico. Nestas últimas semanas estamos meditando características importantes que nos definem como cristãos católicos. Na última quinta-feira, Corpus Christi, valorizamos a presença de Jesus Cristo, em Corpo e Sangue, Alma e Divindade nas espécies do pão e do vinho consagrados. Agora, neste domingo, vemos o sacerdote como pastor do rebanho instituído por Jesus.
A primeira leitura, tirada no capítulo 19 do livro do Êxodo, mostra que Deus preparou os judeus para serem um povo unido. Este povo foi escolhido para ser o povo de Deus, a raça eleita, que devia ser sinal do Senhor entre os povos. É uma nação santa e um reino de sacerdotes (cf. v.6). Aqui lembramo-nos de que existe uma diferença entre o sacerdócio comum dos fiéis, que recebemos no batismo, do sacerdócio ministerial. O sacerdócio comum, que todos os batizados são, é para oferecer a sua vida em sacrifício ao Senhor. O sacerdócio ministerial, que se refere aos bispos e padres, é o sacerdócio onde se oferece o sacrifício da Santa Missa, entre outras funções que serão descritas abaixo. O salmo (Sl 99(100)) coroa a primeira leitura cantando a unidade e formação do povo de Deus.
A segunda leitura exalta a figura de Jesus como o sacerdote eterno, que libertou o novo povo de Israel, que é a Igreja. Nós somos o novo povo de Deus, o povo escolhido para a vida eterna. Jesus nos libertou das amarras do maligno e nos deu a Salvação. O sacerdócio católico está intimamente unido ao Senhor Crucificado, onde na santa liturgia ele oferece o Cristo no pão e no vinho. A vida do sacerdote deve ser de entrega constante e sacrifício a Deus.
No Santo Evangelho Jesus vê o povo sofrido como ovelhas sem pastor. Ele se compadece desse povo e diz que devemos pedir operários para a messe do Senhor. Deste ponto podemos tirar um grande ensinamento para nossa vida de oração: não existe desemprego na missão, existe falta de operários. Precisamos, queridos e queridas, rezar a Deus pedindo santas vocações, pois sem os sacerdotes não existe os sacramentos na Igreja. Em seguida, Jesus chama os 12 apóstolos para integrar os primeiros a receber o dom do sacramento da Ordem. Os nossos bispos são os sucessores destes 12 primeiros, e, nós padres, somos intimamente ligados aos sacerdócio do bispo e agimos em nossas paróquias em nome dele.
Jesus envia os 12 apóstolos em missão e nestes versículos podemos tirar as principais características de um sacerdote: médico das almas, pois leva conforto aos doentes; anunciador da Palavra e do Reino de Deus; médico e libertador das almas, pois purifica os corações com a confissão e expulsão dos demônios.
Enfim, meus irmãos e irmãs, o sacerdócio católico é muito importante para a Igreja, todo o povo de Deus, pois, leva a Boa-Nova e a presença de Cristo. Como relata o último versículo do Evangelho, o sacerdote leva tudo de graça, pois, recebeu tudo de graça (cf. v.8). Valorizemos esta vocação na Igreja e entre nossas famílias. Rezemos pedindo vocações entre nossos filhos, e, também, que o Senhor sustente nós padres em nosso ministério. Que Deus vos abençoe.
Pe. Jackson Fontana Oliveira
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Queridos irmãos e irmãs,
Neste domingo a Igreja nos chama a refletir sobre o sacerdócio católico. Nestas últimas semanas estamos meditando características importantes que nos definem como cristãos católicos. Na última quinta-feira, Corpus Christi, valorizamos a presença de Jesus Cristo, em Corpo e Sangue, Alma e Divindade nas espécies do pão e do vinho consagrados. Agora, neste domingo, vemos o sacerdote como pastor do rebanho instituído por Jesus.
A primeira leitura, tirada no capítulo 19 do livro do Êxodo, mostra que Deus preparou os judeus para serem um povo unido. Este povo foi escolhido para ser o povo de Deus, a raça eleita, que devia ser sinal do Senhor entre os povos. É uma nação santa e um reino de sacerdotes (cf. v.6). Aqui lembramo-nos de que existe uma diferença entre o sacerdócio comum dos fiéis, que recebemos no batismo, do sacerdócio ministerial. O sacerdócio comum, que todos os batizados são, é para oferecer a sua vida em sacrifício ao Senhor. O sacerdócio ministerial, que se refere aos bispos e padres, é o sacerdócio onde se oferece o sacrifício da Santa Missa, entre outras funções que serão descritas abaixo. O salmo (Sl 99(100)) coroa a primeira leitura cantando a unidade e formação do povo de Deus.
A segunda leitura exalta a figura de Jesus como o sacerdote eterno, que libertou o novo povo de Israel, que é a Igreja. Nós somos o novo povo de Deus, o povo escolhido para a vida eterna. Jesus nos libertou das amarras do maligno e nos deu a Salvação. O sacerdócio católico está intimamente unido ao Senhor Crucificado, onde na santa liturgia ele oferece o Cristo no pão e no vinho. A vida do sacerdote deve ser de entrega constante e sacrifício a Deus.
No Santo Evangelho Jesus vê o povo sofrido como ovelhas sem pastor. Ele se compadece desse povo e diz que devemos pedir operários para a messe do Senhor. Deste ponto podemos tirar um grande ensinamento para nossa vida de oração: não existe desemprego na missão, existe falta de operários. Precisamos, queridos e queridas, rezar a Deus pedindo santas vocações, pois sem os sacerdotes não existe os sacramentos na Igreja. Em seguida, Jesus chama os 12 apóstolos para integrar os primeiros a receber o dom do sacramento da Ordem. Os nossos bispos são os sucessores destes 12 primeiros, e, nós padres, somos intimamente ligados aos sacerdócio do bispo e agimos em nossas paróquias em nome dele.
Jesus envia os 12 apóstolos em missão e nestes versículos podemos tirar as principais características de um sacerdote: médico das almas, pois leva conforto aos doentes; anunciador da Palavra e do Reino de Deus; médico e libertador das almas, pois purifica os corações com a confissão e expulsão dos demônios.
Enfim, meus irmãos e irmãs, o sacerdócio católico é muito importante para a Igreja, todo o povo de Deus, pois, leva a Boa-Nova e a presença de Cristo. Como relata o último versículo do Evangelho, o sacerdote leva tudo de graça, pois, recebeu tudo de graça (cf. v.8). Valorizemos esta vocação na Igreja e entre nossas famílias. Rezemos pedindo vocações entre nossos filhos, e, também, que o Senhor sustente nós padres em nosso ministério. Que Deus vos abençoe.
Pe. Jackson Fontana Oliveira
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