Crédito da foto - Centro Aletti
Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -O Evangelho de hoje pode ser dividido em duas partes. Na primeira fala sobre a identidade de Jesus. A segunda parte trata da Igreja que foi instituida sobre o alicerce dos Apóstolos tendo Pedro como cabeça principal, o chefe Supremo. Na primeira parte que fala sobre “quem é Jesus” percebemos pelas respostas dadas pelas pesssoas comuns que Jesus era visto como um homem convocado por Deus e enviado ao mundo com uma missão de falar em nome de Deus. Um homem atento aos sofrimentos dos outros, que sonhou com um mundo diferente. Alguns vêem em Jesus um admirável condutor de massas, que acendeu a esperança nos corações das multidões carentes. Outros ainda o viram como um revolucionário. Mas as respostas não vão além disso. Jesus é visto, apenas, como um homem bom, justo, generoso, que escutou os apelos de Deus e que Se esforçou por ser um sinal vivo de Deus, como tantos outros homens antes d’Ele. Isto significa que os “homens” não entenderam quem é Jesus, nem a profundidade do seu mistério como messias, pois viram Jesus como “um homem” excepcional, que marcou a história e deixou o seu legado.
Já a resposta dos discípulos acerca de Jesus vai muito além das pessoas comuns. Pedro, porta-voz da comunidade dos discípulos, afirma que Jesus: “É o Cristo, o Filho de Deus vivo”. Dizer que Jesus é “o Cristo” (Messias) significa dizer que Ele é o Ungido de Deus, aquele que veio para libertar a humanidade do pecado e da morte, ou seja, é aquele que veio para trazer a salvação definitiva do ser humano. É aquele que veio tornar cada homem e cada mulher uma pessoa nova, capaz de caminhar ao encontro de Deus e de chegar à plena felicidade. Jesus é aquele que nos transforma, que nos renova e que nos encaminha para a vida eterna e verdadeira.
Dizer que Jesus é o “Filho de Deus” significa, reconhecer que Ele é da mesma substância divina do Pai, que Ele recebe vida de Deus de Pai, que Ele vive em total comunhão com Deus, que desenvolve com Deus uma relação de profunda intimidade e que Deus Lhe confiou uma missão única para a salvação dos homens; significa reconhecer a profunda unidade e intimidade entre Jesus e o Pai e que Jesus conhece e realiza a vontade do Pai no meio da humanidade. Nós e os discípulos somos convidados a entender dessa forma o mistério de Jesus.
Jesus elogia Pedro pela clareza da sua fé em Cristo Jesus. No entanto, Jesus lembra Pedro que essa fé não é mérito de dele, mas um dom de Deus. Significa que Jesus vai edificar a sua Igreja sobre a fé de Pedro e da comunidade dos discípulos que professam Jesus como o Messias, Filho de Deus vivo. Para que seja possível a Pedro testemunhar que Jesus é o Messias Filho de Deus e edificar a comunidade do Reino, Jesus promete-lhe “as chaves do Reino dos céus” e o poder de “ligar e desligar”, ou seja Pedro é o “administrador do palácio” do qual nos fala a primeira leitura. É dele a missão de cuidar dos bens espirituais de Deus e administra-los ao Povo de Deus. Cabe a Pedro o poder para interpretar a Lei com autoridade, para declarar o que é ou não é permitido na Igreja de Cristo, para excluir ou reintroduzir alguém na comunidade Povo de Deus, pois aqueles que não estão dispostos a acolher o Evangelho de Jesus não podem ser admitidos na Igreja. Jesus nomeia Pedro para “administrador” e supervisor da Igreja, com autoridade para interpretar as palavras de Jesus, para adaptar os ensinamentos de Jesus a novas necessidades e situações de hoje.
Jesus faz a mesma pergunta para nós hoje: “E vós, quem dizeis que Eu sou?” Para respoder a esta pergunta é preciso interrogar o nosso coração e tentar perceber qual é o lugar que Cristo ocupa na minha existência. Qual o significado que Cristo tem na minha vida, que atenção dou aos seus mandamentos, qual a importância que os seus ensinamentos assumem nas minhas decisões, no esforço que faço ou que não faço para O seguir? Por outro lado o Evangelho nos pergunta O que é a Igreja para mim? é a comunidade dos discípulos que reconhecem Jesus como “o Messias, o Filho de Deus”; o lugar onde vivo a minha fé; que recebo os Sacramentos e bençãos como bens espirituais de Deus; lugar de viver a fraternidade e lugar que alcanço a minha salvação. Procuremos seguir a Cristo Filho do Deus vivo e estejamos inseridos na sua Igreja, corpo místico de Cristo.
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O Evangelho de hoje pode ser dividido em duas partes. Na primeira fala sobre a identidade de Jesus. A segunda parte trata da Igreja que foi instituida sobre o alicerce dos Apóstolos tendo Pedro como cabeça principal, o chefe Supremo.
Na primeira parte que fala sobre “quem é Jesus” percebemos pelas respostas dadas pelas pesssoas comuns que Jesus era visto como um homem convocado por Deus e enviado ao mundo com uma missão de falar em nome de Deus. Um homem atento aos sofrimentos dos outros, que sonhou com um mundo diferente. Alguns vêem em Jesus um admirável condutor de massas, que acendeu a esperança nos corações das multidões carentes. Outros ainda o viram como um revolucionário. Mas as respostas não vão além disso. Jesus é visto, apenas, como um homem bom, justo, generoso, que escutou os apelos de Deus e que Se esforçou por ser um sinal vivo de Deus, como tantos outros homens antes d’Ele. Isto significa que os “homens” não entenderam quem é Jesus, nem a profundidade do seu mistério como messias, pois viram Jesus como “um homem” excepcional, que marcou a história e deixou o seu legado.
Já a resposta dos discípulos acerca de Jesus vai muito além das pessoas comuns. Pedro, porta-voz da comunidade dos discípulos, afirma que Jesus: “É o Cristo, o Filho de Deus vivo”. Dizer que Jesus é “o Cristo” (Messias) significa dizer que Ele é o Ungido de Deus, aquele que veio para libertar a humanidade do pecado e da morte, ou seja, é aquele que veio para trazer a salvação definitiva do ser humano. É aquele que veio tornar cada homem e cada mulher uma pessoa nova, capaz de caminhar ao encontro de Deus e de chegar à plena felicidade. Jesus é aquele que nos transforma, que nos renova e que nos encaminha para a vida eterna e verdadeira.
Dizer que Jesus é o “Filho de Deus” significa, reconhecer que Ele é da mesma substância divina do Pai, que Ele recebe vida de Deus de Pai, que Ele vive em total comunhão com Deus, que desenvolve com Deus uma relação de profunda intimidade e que Deus Lhe confiou uma missão única para a salvação dos homens; significa reconhecer a profunda unidade e intimidade entre Jesus e o Pai e que Jesus conhece e realiza a vontade do Pai no meio da humanidade. Nós e os discípulos somos convidados a entender dessa forma o mistério de Jesus.
Jesus elogia Pedro pela clareza da sua fé em Cristo Jesus. No entanto, Jesus lembra Pedro que essa fé não é mérito de dele, mas um dom de Deus. Significa que Jesus vai edificar a sua Igreja sobre a fé de Pedro e da comunidade dos discípulos que professam Jesus como o Messias, Filho de Deus vivo. Para que seja possível a Pedro testemunhar que Jesus é o Messias Filho de Deus e edificar a comunidade do Reino, Jesus promete-lhe “as chaves do Reino dos céus” e o poder de “ligar e desligar”, ou seja Pedro é o “administrador do palácio” do qual nos fala a primeira leitura. É dele a missão de cuidar dos bens espirituais de Deus e administra-los ao Povo de Deus. Cabe a Pedro o poder para interpretar a Lei com autoridade, para declarar o que é ou não é permitido na Igreja de Cristo, para excluir ou reintroduzir alguém na comunidade Povo de Deus, pois aqueles que não estão dispostos a acolher o Evangelho de Jesus não podem ser admitidos na Igreja. Jesus nomeia Pedro para “administrador” e supervisor da Igreja, com autoridade para interpretar as palavras de Jesus, para adaptar os ensinamentos de Jesus a novas necessidades e situações de hoje.
Jesus faz a mesma pergunta para nós hoje: “E vós, quem dizeis que Eu sou?” Para respoder a esta pergunta é preciso interrogar o nosso coração e tentar perceber qual é o lugar que Cristo ocupa na minha existência. Qual o significado que Cristo tem na minha vida, que atenção dou aos seus mandamentos, qual a importância que os seus ensinamentos assumem nas minhas decisões, no esforço que faço ou que não faço para O seguir? Por outro lado o Evangelho nos pergunta O que é a Igreja para mim? é a comunidade dos discípulos que reconhecem Jesus como “o Messias, o Filho de Deus”; o lugar onde vivo a minha fé; que recebo os Sacramentos e bençãos como bens espirituais de Deus; lugar de viver a fraternidade e lugar que alcanço a minha salvação. Procuremos seguir a Cristo Filho do Deus vivo e estejamos inseridos na sua Igreja, corpo místico de Cristo.
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