Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -Primeira Leitura – Sb 12,13.16-19
Salmo Responsorial - Sl 85(86)
Segunda Leitura – Rm 8,26-27
Evangelho - Mt 13,24-43
Queridos irmãos e irmãs,
Neste domingo continuamos a meditar as parábolas sobre o Reino dos Céus. Segundo o papa Bento XVI, na oração do Angelus de 17 de julho de 2011, o Reino dos Céus significa o Senhorio de Deus. Logo, Jesus, nestas parábolas, quer que reconheçamos o fundamento das coisas e da nossa própria vida que é Deus. Deus Pai tem a primazia de todas as coisas e onde Ele não está, não pode haver nada de bom.
O Evangelho narra três parábolas contadas por Jesus. A primeira é a parábola do joio e do trigo, a segunda é a parábola do grão de mostarda, e a terceira é a parábola da massa fermentada. Em todas elas Jesus quer nos levar a realidade do Reino dos Céus. E o céu não deve ser entendido somente como as alturas que nos ultrapassam onde é a morada de Deus, mas o céu já deve ser entendido como uma realidade interior já presente em cada pessoa. Precisamos acolher o Reino de Deus como uma semente que deve ser recebida por uma terra arada e bem preparada. O Reino é uma realidade que é semeada nos corações de uma forma pequena, mas que com o tempo, e dependendo de como cultivamos esta realidade em nossos corações, ela cresce e possui uma força de vida grandiosa.
Um fato importante é que o dono das terras não deixa arrancar o joio ainda quando está novo. Podemos entender que quando queremos fazer justiça apressadamente podemos arrancar até as coisas boas e acabar com tudo. Outra interpretação nos vem de Santo Agostinho que diz que muitas pessoas são joio e podem chegar a tornar-se trigo, dependendo da tolerância usada com elas, ou seja, precisamos ter paciência e ajudar na conversão do próximo, se não agirmos assim, podemos destruir o germe do Reino que está em seu coração.
A primeira leitura e o salmo responsorial salientam que Deus é Senhor de todos e pode agir com justiça e poder, porém, ele é indulgente e favorável, justo e benevolente. É o rosto do Senhor Misericordioso! Deus é justiça e misericórdia, logo, sabe o que se passa no mais profundo dos corações. A segunda leitura chama a atenção para a Graça de Deus que vem pelo seu Espírito. Não é a força do homem que vence o pecado, mas é a Graça de Deus que supera tudo. Onde está Deus superabunda o bem. Assim, peçamos que o Senhor seja indulgente para conosco e envie seu Espírito para vencer em nós o joio que muitas vezes teima em nascer e crescer.
Que a Virgem Maria, mãe da paciência e do silêncio, rogue a Deus por nós auxiliando-nos na conversão, na paciência com o tempo de cada irmão e a rogar sempre a Graça auxiliadora de Deus. Deus está conosco. Deus vos abençoe.
Pe. Jackson Fontana Oliveira
Primeira Leitura – Sb 12,13.16-19
Salmo Responsorial - Sl 85(86)
Segunda Leitura – Rm 8,26-27
Evangelho - Mt 13,24-43
Queridos irmãos e irmãs,
Neste domingo continuamos a meditar as parábolas sobre o Reino dos Céus. Segundo o papa Bento XVI, na oração do Angelus de 17 de julho de 2011, o Reino dos Céus significa o Senhorio de Deus. Logo, Jesus, nestas parábolas, quer que reconheçamos o fundamento das coisas e da nossa própria vida que é Deus. Deus Pai tem a primazia de todas as coisas e onde Ele não está, não pode haver nada de bom.
O Evangelho narra três parábolas contadas por Jesus. A primeira é a parábola do joio e do trigo, a segunda é a parábola do grão de mostarda, e a terceira é a parábola da massa fermentada. Em todas elas Jesus quer nos levar a realidade do Reino dos Céus. E o céu não deve ser entendido somente como as alturas que nos ultrapassam onde é a morada de Deus, mas o céu já deve ser entendido como uma realidade interior já presente em cada pessoa. Precisamos acolher o Reino de Deus como uma semente que deve ser recebida por uma terra arada e bem preparada. O Reino é uma realidade que é semeada nos corações de uma forma pequena, mas que com o tempo, e dependendo de como cultivamos esta realidade em nossos corações, ela cresce e possui uma força de vida grandiosa.
Um fato importante é que o dono das terras não deixa arrancar o joio ainda quando está novo. Podemos entender que quando queremos fazer justiça apressadamente podemos arrancar até as coisas boas e acabar com tudo. Outra interpretação nos vem de Santo Agostinho que diz que muitas pessoas são joio e podem chegar a tornar-se trigo, dependendo da tolerância usada com elas, ou seja, precisamos ter paciência e ajudar na conversão do próximo, se não agirmos assim, podemos destruir o germe do Reino que está em seu coração.
A primeira leitura e o salmo responsorial salientam que Deus é Senhor de todos e pode agir com justiça e poder, porém, ele é indulgente e favorável, justo e benevolente. É o rosto do Senhor Misericordioso! Deus é justiça e misericórdia, logo, sabe o que se passa no mais profundo dos corações. A segunda leitura chama a atenção para a Graça de Deus que vem pelo seu Espírito. Não é a força do homem que vence o pecado, mas é a Graça de Deus que supera tudo. Onde está Deus superabunda o bem. Assim, peçamos que o Senhor seja indulgente para conosco e envie seu Espírito para vencer em nós o joio que muitas vezes teima em nascer e crescer.
Que a Virgem Maria, mãe da paciência e do silêncio, rogue a Deus por nós auxiliando-nos na conversão, na paciência com o tempo de cada irmão e a rogar sempre a Graça auxiliadora de Deus. Deus está conosco. Deus vos abençoe.
Pe. Jackson Fontana Oliveira