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HOMILIA DOMINICAL:  A CARIDADE NA COMUNIDADE DE FÉ

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Primeira Leitura – Ez 33,7-9
Salmo Responsorial - Sl 94(95)
Segunda Leitura – Rm 13,8-10
Evangelho – Mt 18,15-20

Homilia

Queridos irmãos e irmãs,
Este domingo nos convida a refletirmos sobre a caridade em nossa vida de comunidade de fé. Segundo a reflexão do papa Bento XVI, na oração do Angelus do dia quatro de setembro de 2011, três pontos são abortados pela liturgia: Amor (caridade), correção fraterna e oração comum.

O amor está presente na segunda leitura tirada da carta aos Romanos. São Paulo diz que o amor brota da Santíssima Trindade. Todos os Mandamento da Lei de Deus se resumem em Amar a Deus e ao próximo. Assim, Deus nos convida a usarmos acima de tudo o amor para com os irmãos. Quem ama não fere, mas busca curar as feridas. O amor está acima de tudo, pois o próprio Deus é amor e se utilizou do amor para conosco na cruz, perdoando a acolhendo-nos. 

Sabendo que o amor é primordial nas relações, o segundo tema (correção fraterna) vem ao encontro porque o amor exige de nós uma corresponsabilidade na salvação de uns pelos outros. Assim, tanto o Evangelho quanto a primeira leitura falam da correção. É necessário corrigir quem está no erro porque o pecado fere as pessoas. Precisamos esquecer as ofensas cometidas pelo outro contra nós e nos atentarmos, com amor, em curar a ferida que o irmão provocou em si mesmo quando deixou o pecado falar mais alto que a compaixão. Não podemos devolver ofensa com ofensa, isso não resolve o problema e ainda agrava a situação. Quando deixamos de lado a mágoa e buscamos corrigir o outro fraternalmente, para que volte à comunhão conosco em com Deus, a paz volta a reinar e vencemos o mau. Se agirmos devolvendo a ofensa na mesma moeda ou não corrigirmos o irmão, a primeira leitura nos aponta o prejuízo disso: “o ímpio morrerá por própria culpa, mas eu te pedirei contas da sua morte” (v.8). 

Por fim, Jesus nos convida à oração comum, pois, onde dois ou mais estiverem reunidos em seu Nome, ali estará o Senhor (cf. v.20). Ele nos promete sua presença na Igreja. A oração pessoal é muito importante e frutífera, mas quando rezamos juntos, rezamos como Igreja de Cristo e nossa oração toma novo vigor e sentido. É muito importante regar a Deus pelos irmãos para nos fortalecermos e encontrarmos a salvação. A oração pelo próximo é um exercício de perdão, de humildade e de busca da Graça de Deus. Tem coisas que não damos conta, mas Deus é grandiosos e completa o que nos falta. 

Peçamos o auxílio da Virgem Maria para sermos pessoas que amam, que corrigem, perdoam e que rezam pelos outros. Deus vos abençoe. 

Pe. Jackson Fontana Oliveira

 
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