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Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -Desde o Antigo Testamento a videira representa o Povo de Deus, principalmente quando diz-se que ela foi arrancada do Egito e transplantada na Terra Prometida e da qual Deus sempre cuidou com amor. Agora, Jesus apresenta-Se como a verdadeira “videira” plantada por Deus. É Jesus quem irá produzir os frutos que Deus espera. E, de Jesus, a verdadeira “videira”, irá nascer um novo Povo de Deus, que são todos aqueles que foram batizados.Jesus afirma que neste novo Povo de Deus, que é a Igreja, os discípulos são os “ramos” que estão unidos à “videira” que é Jesus e que dela recebem vida. Estes “ramos”, não têm vida própria e não podem produzir frutos por si próprios; necessitam estar unidos à Cristo e receber dele a seiva, que representa as bênçãos e as graças, para produzir bons frutos agradáveis a Deus. Jesus afirma que os ramos, que somos todos nós os batizados, precisamos permanecer unidos à Cristo. Este permanecer significa, estabilidade, constância, continuidade. Ou seja, não basta só ser batizado é preciso continuar unido sempre a Cristo para se ter uma vida agradável à Deus. Se nós que somos discípulos mantivermos a nossa adesão a Jesus, Ele por sua vez, permanece unido a nós, isto é, continuará fielmente a oferecer a cada um de nós a sua vida.Em Jo 6,56 Jesus já havia dito: “Quem realmente come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em Mim e Eu nele”… A “carne” de Jesus é a sua vida; o “sangue” de Jesus é a sua entrega por amor até a morte; assim, “comer a carne e beber o sangue” de Jesus é assimilar a existência de Jesus, feita serviço e entrega por amor, até ao dom total de si mesmo. Por isso a união com Jesus não é algo automático, mas é algo que depende da decisão livre e consciente do discípulo. Esta decisão deve ser continuamente renovada. Quem se recusa a estar unidos à Cristo e à sua Igreja é um ramo seco, que não tem vida e não é capaz de produzir nenhum fruto espiritual. Nós, Igreja, comunidade de Jesus não podemos nos condenar à esterilidade. A nossa missão é dar frutos de serviço à Deus, frutos de amor, de doação e de libertação. Quem são os ramos secos? São aqueles batizados que um dia se comprometeram com Cristo, mas depois desistiram de O seguir. “Limpar o ramo” significa que continuamente Deus nos chama à conversão. Se, apesar do esforço de Deus e do seu contínuo chamamento à conversão, o “ramo” se obstina em não produzir frutos condizentes com a vida que lhe é dada, ficará à margem da comunidade de Jesus e da salvação. O ramo seco representa o batizado que não pertence mais a essa “videira”, a esta Igreja. A nossa vida só tem sentido, se para Cristo voltarmos o nosso olhar. O cristão tem em Jesus a sua referência, identifica-se com Ele, vive em comunhão com Ele, segue-O a cada instante no amor a Deus e na entrega aos irmãos. O cristão vive de Cristo, vive com Cristo e vive para Cristo.O que é que pode interromper a nossa união com Cristo e tornar-nos ramos secos e estéreis? quando para nós o dinheiro, o êxito, a moda, o poder, os aplausos, o orgulho, o amor próprio, são mais importantes do que o Evangelho de Jesus, quando estamos secando essa corrente de vida eterna que corre entre Jesus e nós… Para que não nos tornemos “ramos” secos, é preciso renovar cada dia o nosso “sim” a Jesus e ao seu Evangelho.A comunidade cristã, a Igreja, é o lugar privilegiado para o encontro com Cristo, do qual somos os “ramos”. Sem Ele não podemos chegar aos céus. Sem Ele não temos acesso aos bens espirituais. É na comunidade que celebramos e vivemos a vida nova que brota de Cristo. A comunidade cristã é o Corpo de Cristo sem ela não podemos alcançar a salvação. Se aceitamos permanecer com Jesus, Ele nos introduz na sua intimidade. Ele faz correr em nós a seiva da sua própria vida. Isso cumpre-se de modo pleno na Eucaristia. Jesus alimenta-nos com o seu corpo e o seu sangue de Ressuscitado. Ele coloca em nós o poder da sua Vida. Esta passa pelo pão e pelo vinho, que vão vivificar cada célula do nosso corpo, isto é, cada detalhe da nossa vida, cada uma das relações que criamos com os outros. É assim que se constrói e cresce a Vinha do Senhor, o Corpo de Cristo, que é a Igreja. Jesus quer nos mostrar que nós não somos auto-suficientes, nós precisamos dele para a nossa vida humana e espiritual. A vida de Jesus torna-se a nossa vida quando estamos unidos à Ele. É maravilhoso estar ligado a Jesus, nosso Salvador e dEle recebermos forças para viver o dia a dia, pois Ele nos dá a corrente do vigor espiritual.
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Desde o Antigo Testamento a videira representa o Povo de Deus, principalmente quando diz-se que ela foi arrancada do Egito e transplantada na Terra Prometida e da qual Deus sempre cuidou com amor. Agora, Jesus apresenta-Se como a verdadeira “videira” plantada por Deus. É Jesus quem irá produzir os frutos que Deus espera. E, de Jesus, a verdadeira “videira”, irá nascer um novo Povo de Deus, que são todos aqueles que foram batizados.
Jesus afirma que neste novo Povo de Deus, que é a Igreja, os discípulos são os “ramos” que estão unidos à “videira” que é Jesus e que dela recebem vida. Estes “ramos”, não têm vida própria e não podem produzir frutos por si próprios; necessitam estar unidos à Cristo e receber dele a seiva, que representa as bênçãos e as graças, para produzir bons frutos agradáveis a Deus.
Jesus afirma que os ramos, que somos todos nós os batizados, precisamos permanecer unidos à Cristo. Este permanecer significa, estabilidade, constância, continuidade. Ou seja, não basta só ser batizado é preciso continuar unido sempre a Cristo para se ter uma vida agradável à Deus. Se nós que somos discípulos mantivermos a nossa adesão a Jesus, Ele por sua vez, permanece unido a nós, isto é, continuará fielmente a oferecer a cada um de nós a sua vida.
Em Jo 6,56 Jesus já havia dito: “Quem realmente come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em Mim e Eu nele”… A “carne” de Jesus é a sua vida; o “sangue” de Jesus é a sua entrega por amor até a morte; assim, “comer a carne e beber o sangue” de Jesus é assimilar a existência de Jesus, feita serviço e entrega por amor, até ao dom total de si mesmo. Por isso a união com Jesus não é algo automático, mas é algo que depende da decisão livre e consciente do discípulo. Esta decisão deve ser continuamente renovada.
Quem se recusa a estar unidos à Cristo e à sua Igreja é um ramo seco, que não tem vida e não é capaz de produzir nenhum fruto espiritual. Nós, Igreja, comunidade de Jesus não podemos nos condenar à esterilidade. A nossa missão é dar frutos de serviço à Deus, frutos de amor, de doação e de libertação. Quem são os ramos secos? São aqueles batizados que um dia se comprometeram com Cristo, mas depois desistiram de O seguir.
“Limpar o ramo” significa que continuamente Deus nos chama à conversão. Se, apesar do esforço de Deus e do seu contínuo chamamento à conversão, o “ramo” se obstina em não produzir frutos condizentes com a vida que lhe é dada, ficará à margem da comunidade de Jesus e da salvação. O ramo seco representa o batizado que não pertence mais a essa “videira”, a esta Igreja. A nossa vida só tem sentido, se para Cristo voltarmos o nosso olhar. O cristão tem em Jesus a sua referência, identifica-se com Ele, vive em comunhão com Ele, segue-O a cada instante no amor a Deus e na entrega aos irmãos. O cristão vive de Cristo, vive com Cristo e vive para Cristo.
O que é que pode interromper a nossa união com Cristo e tornar-nos ramos secos e estéreis? quando para nós o dinheiro, o êxito, a moda, o poder, os aplausos, o orgulho, o amor próprio, são mais importantes do que o Evangelho de Jesus, quando estamos secando essa corrente de vida eterna que corre entre Jesus e nós… Para que não nos tornemos “ramos” secos, é preciso renovar cada dia o nosso “sim” a Jesus e ao seu Evangelho.
A comunidade cristã, a Igreja, é o lugar privilegiado para o encontro com Cristo, do qual somos os “ramos”. Sem Ele não podemos chegar aos céus. Sem Ele não temos acesso aos bens espirituais. É na comunidade que celebramos e vivemos a vida nova que brota de Cristo. A comunidade cristã é o Corpo de Cristo sem ela não podemos alcançar a salvação. Se aceitamos permanecer com Jesus, Ele nos introduz na sua intimidade. Ele faz correr em nós a seiva da sua própria vida. Isso cumpre-se de modo pleno na Eucaristia. Jesus alimenta-nos com o seu corpo e o seu sangue de Ressuscitado. Ele coloca em nós o poder da sua Vida. Esta passa pelo pão e pelo vinho, que vão vivificar cada célula do nosso corpo, isto é, cada detalhe da nossa vida, cada uma das relações que criamos com os outros. É assim que se constrói e cresce a Vinha do Senhor, o Corpo de Cristo, que é a Igreja. Jesus quer nos mostrar que nós não somos auto-suficientes, nós precisamos dele para a nossa vida humana e espiritual. A vida de Jesus torna-se a nossa vida quando estamos unidos à Ele. É maravilhoso estar ligado a Jesus, nosso Salvador e dEle recebermos forças para viver o dia a dia, pois Ele nos dá a corrente do vigor espiritual.
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