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No Evagelho de hoje São Lucas apresenta o programa de vida pública que Jesus se propõem a realizar no meio da humanidade, ou seja, trata-se de apresentar a sua missão. Em primeiro lugar Jesus afirma “O Espírito do Senhor está sobre mim,porque Ele me ungiu” (Lc 1,18). Isto quer dizer que Jesus é o “ungido de Deus Pai” (Cristós); é o Filho de Deus Pai, aquele que possui o Espírito de Deus. O Espírito de Deus deseja o bem para a humanidade, como nos diz o profeta Jeremias \"bem conheço os desígnios que mantenho para convosco, desígnios de prosperidade e não de calamidade, de vos garantir um futuro e uma esperança.Vós me invocareis e vireis suplicar-me, e eu vos atenderei.\" (Jr 29,11-12). Por isso não devemos olhar para Jesus como nosso inimigo, mas como nosso amigo, Aquele que de fato quer o nosso bem. Jesus possui a plenitude o Espírito Santo de Deus, e é este Espírito que vai guia-Lo em toda a sua vida pública. O Ato dos Apóstolos nos diz: “Deus ungiu Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com seu poder, e ele andou fazendo o bem e curando todos os oprimidos pelo diabo, porque Deus estava com ele”(At 10,38). Tudo o que Jesus diz, faz e para onde vai, é motivado pelo Espírito Santo.Em segundo lugar Jesus diz: Enviou-me para “anunciar a boa nova aos pobres... a proclamar a redenção aos cativos (libertação aos presos)... a vista aos cegos” (Lc 1,18), ou seja, sua missão consiste em gritar a “boa notícia” de salvação, anunciar que a libertação chegou ao coração e à vida de todos os prisioneiros do sofrimento, da doença, da opressão, da injustiça, do desânimo, dos vícios, do medo, do pecado e das decisões erradas. Isto quer dizer que os preferidos de Jesus são os pobres, os presos, os cegos e os oprimidos. Os pobres são aqueles excluídos materialmente e espiritualmente, são aqueles que tem uma carência de Deus e da sua fé salvadora. São aqueles que são carentes dos bens espirituais de Deus: a Palavra, os Sacramentos e as bênçãos. Os presos não são somente os das cadeias, mas também os que estão presos aos bens deste mundo, presos às suas ideologias, aos seus pecados e vícios, presos às consequências de seus pecados. Os cegos aqueles que não vêem as realidades espirituais, que estão cegos para as cosias sagradas, são aqueles que se acham auto-suficientes e que não precisam de Deus, são os que vivem sem a fé em Cristo Jesus. Os oprimidos são aqueles que carregam fardos pesados em suas vidas, que sentem a opressão social, espiritual, familiar. Como diz o Salmo 71\"Porque ele livrará o infeliz que o invoca, e o miserável que não tem amparo.\"(Sl 71,12). Jesus nos diz que veio para nos libertar de tudo aquilo que tira a nossa vida e a nossa dignidade humana e cristã. Jesus mostra que a salvação que Ele traz é para todos por isso diz: \"Quem crer e for batizado será salvo\" (Mc 16,16). “Proclamar o ano da graça do Senhor”(Lc 1,19). O ano da graça do Senhor era o ano em que todas as dívidas eram perdoadas, as pessoas podiam reaver as suas propriedades, era o ano em se deixava de ser escravo. A cada ano podemos celebrar e acolher as graças e bênçãos de Deus em nossa vida. A cada ano Deus quer derramar sobre nós a sua misericórdia, o seu perdão e sua reconciliação, perdoando as nossas dívidas espirituais para com Deus, por isso devemos estar dispostos a fazer a nossa conversão e mudança de vida, abandonando o pecado e abraçando a graça de Deus. Que deixemos de ser escravos do pecado e de suas consequências e ouçamos a admoestação dos Atos dos Apóstolos que diz \"Arrependei-vos, portanto, e convertei-vos, para serem apagados os vossos pecados\" (At 3,19). Da parte de Deus existe a vontade de perdoar, de cancelar todos os nossos pecados, mas precisamos fazer a nossa parte e nos arrependermos sinceramente de nossas fraquezas. “Todos os que estavam na Sinagoga tinham os olhos fixos nele” (Lc 1,20). Como os habitantes de Nazaré tenhamos os olhos fixos em Jesus, pois as suas palavras vem acompanhadas de obras que nos fazem pessoas libertas de suas opressões e escravidões. De hoje em diante é para Jesus que devemos olhar, ou seja, devemos orientar-nos somente pelo seu Evangelho e pelo seu exemplo de vida. Tê-lo como nossa única fonte de vida. Que todos os nossos planos e decisões sejam iluminados pelas suas palavras e atitudes. E Jesus conclui: «Cumpriu-se hoje mesmo esta passagem da Escritura que acabais de ouvir» (Lc 1,21), ou seja, não é mais uma simples promessa, mas é cumpirmento da promessa de Deus de que a libertação de todas as escravidões e o tempo novo da vida e da liberdade chegou para todos na pessoa de Jesus Cristo. Acreditemos e acolhamos as graças que Jesus que nos trazer neste novo ano litúrgico, no qual Ele quer nos fazer pessoas novas e renovadas (cf. Ap 3,20).
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No Evagelho de hoje São Lucas apresenta o programa de vida pública que Jesus se propõem a realizar no meio da humanidade, ou seja, trata-se de apresentar a sua missão.
Em primeiro lugar Jesus afirma “O Espírito do Senhor está sobre mim,
porque Ele me ungiu” (Lc 1,18). Isto quer dizer que Jesus é o “ungido de Deus Pai” (Cristós); é o Filho de Deus Pai, aquele que possui o Espírito de Deus. O Espírito de Deus deseja o bem para a humanidade, como nos diz o profeta Jeremias \"bem conheço os desígnios que mantenho para convosco, desígnios de prosperidade e não de calamidade, de vos garantir um futuro e uma esperança.Vós me invocareis e vireis suplicar-me, e eu vos atenderei.\" (Jr 29,11-12). Por isso não devemos olhar para Jesus como nosso inimigo, mas como nosso amigo, Aquele que de fato quer o nosso bem. Jesus possui a plenitude o Espírito Santo de Deus, e é este Espírito que vai guia-Lo em toda a sua vida pública. O Ato dos Apóstolos nos diz: “Deus ungiu Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com seu poder, e ele andou fazendo o bem e curando todos os oprimidos pelo diabo, porque Deus estava com ele”(At 10,38). Tudo o que Jesus diz, faz e para onde vai, é motivado pelo Espírito Santo.
Em segundo lugar Jesus diz: Enviou-me para “anunciar a boa nova aos pobres... a proclamar a redenção aos cativos (libertação aos presos)... a vista aos cegos” (Lc 1,18), ou seja, sua missão consiste em gritar a “boa notícia” de salvação, anunciar que a libertação chegou ao coração e à vida de todos os prisioneiros do sofrimento, da doença, da opressão, da injustiça, do desânimo, dos vícios, do medo, do pecado e das decisões erradas. Isto quer dizer que os preferidos de Jesus são os pobres, os presos, os cegos e os oprimidos. Os pobres são aqueles excluídos materialmente e espiritualmente, são aqueles que tem uma carência de Deus e da sua fé salvadora. São aqueles que são carentes dos bens espirituais de Deus: a Palavra, os Sacramentos e as bênçãos. Os presos não são somente os das cadeias, mas também os que estão presos aos bens deste mundo, presos às suas ideologias, aos seus pecados e vícios, presos às consequências de seus pecados. Os cegos aqueles que não vêem as realidades espirituais, que estão cegos para as cosias sagradas, são aqueles que se acham auto-suficientes e que não precisam de Deus, são os que vivem sem a fé em Cristo Jesus. Os oprimidos são aqueles que carregam fardos pesados em suas vidas, que sentem a opressão social, espiritual, familiar. Como diz o Salmo 71\"Porque ele livrará o infeliz que o invoca, e o miserável que não tem amparo.\"(Sl 71,12). Jesus nos diz que veio para nos libertar de tudo aquilo que tira a nossa vida e a nossa dignidade humana e cristã. Jesus mostra que a salvação que Ele traz é para todos por isso diz: \"Quem crer e for batizado será salvo\" (Mc 16,16).
“Proclamar o ano da graça do Senhor”(Lc 1,19). O ano da graça do Senhor era o ano em que todas as dívidas eram perdoadas, as pessoas podiam reaver as suas propriedades, era o ano em se deixava de ser escravo. A cada ano podemos celebrar e acolher as graças e bênçãos de Deus em nossa vida. A cada ano Deus quer derramar sobre nós a sua misericórdia, o seu perdão e sua reconciliação, perdoando as nossas dívidas espirituais para com Deus, por isso devemos estar dispostos a fazer a nossa conversão e mudança de vida, abandonando o pecado e abraçando a graça de Deus. Que deixemos de ser escravos do pecado e de suas consequências e ouçamos a admoestação dos Atos dos Apóstolos que diz \"Arrependei-vos, portanto, e convertei-vos, para serem apagados os vossos pecados\" (At 3,19). Da parte de Deus existe a vontade de perdoar, de cancelar todos os nossos pecados, mas precisamos fazer a nossa parte e nos arrependermos sinceramente de nossas fraquezas.
“Todos os que estavam na Sinagoga tinham os olhos fixos nele” (Lc 1,20). Como os habitantes de Nazaré tenhamos os olhos fixos em Jesus, pois as suas palavras vem acompanhadas de obras que nos fazem pessoas libertas de suas opressões e escravidões. De hoje em diante é para Jesus que devemos olhar, ou seja, devemos orientar-nos somente pelo seu Evangelho e pelo seu exemplo de vida. Tê-lo como nossa única fonte de vida. Que todos os nossos planos e decisões sejam iluminados pelas suas palavras e atitudes.
E Jesus conclui: «Cumpriu-se hoje mesmo esta passagem da Escritura que acabais de ouvir» (Lc 1,21), ou seja, não é mais uma simples promessa, mas é cumpirmento da promessa de Deus de que a libertação de todas as escravidões e o tempo novo da vida e da liberdade chegou para todos na pessoa de Jesus Cristo. Acreditemos e acolhamos as graças que Jesus que nos trazer neste novo ano litúrgico, no qual Ele quer nos fazer pessoas novas e renovadas (cf. Ap 3,20).
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