Crédito da foto - INTERNET
Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -O Evangelho de hoje começa dizendo que Jesus e os apóstolos estão no mar ao anoitecer. Na linguagem bíblica isto significa que eles estão num ambiente hostil, adverso, perigoso, caótico, rodeados pelas forças que lutam contra Deus e contra a felicidade do homem. Eles estão num barco. Na simbologia cristã o barco representa a comunidade de Jesus que navega pela história. Jesus está no "barco" (na Igreja), mas são os discípulos que estão encarregados de conduzir a Igreja pelo mar da vida. Cabe aos discípulos ir ao encontro de todos os homens e mulheres para lhes levar Jesus e a sua proposta de salvação.
Estas duas situações levam os discípulos e a nós nos perguntarmos: Jesus está ausente da nossa vida nos momentos de sofrimento? O próprio salmista pergunta: “Onde está o teu Deus?”, Estamos sós e abandonados diante dos problemas que se presentam em nossa vida? Será que Deus não se importa com o nosso sofrimento? No Evangelho de hoje, ao acalmar o mar bravio, Jesus nos responde que em todos os momentos de crise, de perseguição, de hostilidade que passamos ao longo da nossa vida, até ao fim dos tempos, Ele está presente com o poder de sua Palavra que é capaz de acalmar todas as dificuldades e obstáculos da nossa existência. O salmo 120 diz: "O Senhor é teu guarda, o Senhor é teu abrigo, sempre ao teu lado. De dia, o sol não te fará mal; nem a lua durante a noite. O Senhor te guardará de todo o mal; ele velará sobre tua alma. O Senhor guardará os teus passos, agora e para todo o sempre."
Jesus convida a confiar e abandonar-se na ação divina, pois Deus não abandona jamais o ser humano. Diante de tantas situações difíceis de compreender, de tempestades que parecem que vão fazer naufragar a barca da história, devemos confiar que Deus está presente, conduzindo a mesma história. Por mais que pareça, nós não somos um barco à deriva. Deus está no barco da nossa vida. Conosco está o Cristo. Jesus disse ao vento e à tempestade: “Cala-te!” E, talvez, tenha de dizer também a nós: "porque estais tão assustados? ; “Ainda não tendes fé?” A fé é sobretudo uma experiência, a experiência de um Deus vivo que caminha conosco, como caminhou com o povo de Israel através do Mar e do deserto. É a experiência de um Deus que está conosco no barco da nossa existência, conduzindo-nos através de tempestades e tormentas a um porto seguro, que ainda está invisível aos olhos do nosso corpo, mas bem visível ao olhar do nosso espírito, se temos fé. A fé é como uma confiança, uma certeza de que Deus cuida de seus filhos e filhas, pois todos fomos criados à sua imagem e semelhança.
Este evangelho também nos fala da providência de Deus. Acreditar no amor providente de Deus é uma característica básica do cristão. Tudo brota de uma convicção radical. Deus não abandona nem se desentende daqueles a quem cria, mas sustenta sua vida com amor fiel, vigilante e criador. Não estamos à mercê do acaso, do caos ou da fatalidade. No interior da realidade está Deus, conduzindo o nosso ser para o bem. Ter confiança na providencia divina expulsa da nossa vida o medo de cair definitivamente sob as forças do mal. Deus é o Senhor último das nossas vidas. 1 Pd 5,7 nos diz: "Confiai-lhe todas as vossas preocupações, porque ele tem cuidado de vós."
“A fé é uma luta ativa contra o medo. Jesus é aquele que veio para nos libertar dos medos. Em várias passagens Jesus diz: “Não tenhais medo dos homens”; “não tenhais medo dos que matam o corpo”; “não se perturbe o vosso coração”; “não sejas incrédulo”; “não tenhais medo, vós valeis mais do que os pardais”. Com estas palavras Jesus se apresenta como aquele que vence os poderes do mal e traz de novo coragem e confiança para nós que estamos assustados com as dificuldades e perseguições da vida. O Evangelho mostra que Jesus é o Senhor! E todas as coisas lhe devem submissão. Nada pode ficar de pé diante de sua presença por que todo joelho se dobra no céu, na terra e até nos infernos ao ser pronunciado o nome de Jesus (Fl 2,10). É ele quem dá a última palavra. Apenas uma palavra pronunciada pelo Senhor Jesus já é o suficiente para acalmar as tempestades que querem afogar o barco das nossas vidas. Peçamos ao Senhor que o Evangelho de hoje alimente sempre a nossa fé, a nossa confiança, o nosso abandono em Deus.
Aumentar Fonte +
Diminuir Fonte -
O Evangelho de hoje começa dizendo que Jesus e os apóstolos estão no mar ao anoitecer. Na linguagem bíblica isto significa que eles estão num ambiente hostil, adverso, perigoso, caótico, rodeados pelas forças que lutam contra Deus e contra a felicidade do homem. Eles estão num barco. Na simbologia cristã o barco representa a comunidade de Jesus que navega pela história. Jesus está no "barco" (na Igreja), mas são os discípulos que estão encarregados de conduzir a Igreja pelo mar da vida. Cabe aos discípulos ir ao encontro de todos os homens e mulheres para lhes levar Jesus e a sua proposta de salvação.
Estas duas situações levam os discípulos e a nós nos perguntarmos: Jesus está ausente da nossa vida nos momentos de sofrimento? O próprio salmista pergunta: “Onde está o teu Deus?”, Estamos sós e abandonados diante dos problemas que se presentam em nossa vida? Será que Deus não se importa com o nosso sofrimento? No Evangelho de hoje, ao acalmar o mar bravio, Jesus nos responde que em todos os momentos de crise, de perseguição, de hostilidade que passamos ao longo da nossa vida, até ao fim dos tempos, Ele está presente com o poder de sua Palavra que é capaz de acalmar todas as dificuldades e obstáculos da nossa existência. O salmo 120 diz: "O Senhor é teu guarda, o Senhor é teu abrigo, sempre ao teu lado. De dia, o sol não te fará mal; nem a lua durante a noite. O Senhor te guardará de todo o mal; ele velará sobre tua alma. O Senhor guardará os teus passos, agora e para todo o sempre."
Jesus convida a confiar e abandonar-se na ação divina, pois Deus não abandona jamais o ser humano. Diante de tantas situações difíceis de compreender, de tempestades que parecem que vão fazer naufragar a barca da história, devemos confiar que Deus está presente, conduzindo a mesma história. Por mais que pareça, nós não somos um barco à deriva. Deus está no barco da nossa vida. Conosco está o Cristo. Jesus disse ao vento e à tempestade: “Cala-te!” E, talvez, tenha de dizer também a nós: "porque estais tão assustados? ; “Ainda não tendes fé?” A fé é sobretudo uma experiência, a experiência de um Deus vivo que caminha conosco, como caminhou com o povo de Israel através do Mar e do deserto. É a experiência de um Deus que está conosco no barco da nossa existência, conduzindo-nos através de tempestades e tormentas a um porto seguro, que ainda está invisível aos olhos do nosso corpo, mas bem visível ao olhar do nosso espírito, se temos fé. A fé é como uma confiança, uma certeza de que Deus cuida de seus filhos e filhas, pois todos fomos criados à sua imagem e semelhança.
Este evangelho também nos fala da providência de Deus. Acreditar no amor providente de Deus é uma característica básica do cristão. Tudo brota de uma convicção radical. Deus não abandona nem se desentende daqueles a quem cria, mas sustenta sua vida com amor fiel, vigilante e criador. Não estamos à mercê do acaso, do caos ou da fatalidade. No interior da realidade está Deus, conduzindo o nosso ser para o bem. Ter confiança na providencia divina expulsa da nossa vida o medo de cair definitivamente sob as forças do mal. Deus é o Senhor último das nossas vidas. 1 Pd 5,7 nos diz: "Confiai-lhe todas as vossas preocupações, porque ele tem cuidado de vós."
“A fé é uma luta ativa contra o medo. Jesus é aquele que veio para nos libertar dos medos. Em várias passagens Jesus diz: “Não tenhais medo dos homens”; “não tenhais medo dos que matam o corpo”; “não se perturbe o vosso coração”; “não sejas incrédulo”; “não tenhais medo, vós valeis mais do que os pardais”. Com estas palavras Jesus se apresenta como aquele que vence os poderes do mal e traz de novo coragem e confiança para nós que estamos assustados com as dificuldades e perseguições da vida. O Evangelho mostra que Jesus é o Senhor! E todas as coisas lhe devem submissão. Nada pode ficar de pé diante de sua presença por que todo joelho se dobra no céu, na terra e até nos infernos ao ser pronunciado o nome de Jesus (Fl 2,10). É ele quem dá a última palavra. Apenas uma palavra pronunciada pelo Senhor Jesus já é o suficiente para acalmar as tempestades que querem afogar o barco das nossas vidas. Peçamos ao Senhor que o Evangelho de hoje alimente sempre a nossa fé, a nossa confiança, o nosso abandono em Deus.
Indique a um amigo
Conteúdos Relacionados