Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -A primeira leitura tirada dos Atos dos Apóstolo nos apresenta São Pedro afirmando que a Igreja nasce da Palavra de Jesus, fielmente anunciada pelos apóstolos; será esta Igreja, animada pelo Espírito Santo, fiel à doutrina transmitida pelos apóstolos, que tornará presente o plano salvador do Pai e o fará chegar a todos os homens. A leitura mostra São Pedro anunciando a Palavra de Deus a Cornélio, o primeiro pagão a ser batizado, mostrando que a vida nova que nasce de Jesus ressuscitado é para toda a humanidade. A pregação de São Pedro é um Kerigma, ou seja, um primeiro anúncio de que Jesus é “o ungido” de Deus Pai (Cristos – Messias); que Jesus “passou fazendo o bem e curando todos os que eram oprimidos”; “que Jesus morreu na cruz, mas ressuscitou ao terceiro dia”. Depois São Pedro faz a sua conclusão dizendo: “quem acredita n’Ele, recebe, pelo seu nome, a remissão dos pecados”.
Diante das palavras de São Pedro percebemos que Jesus percorreu um “caminho” de obediência ao Pai, um caminho de santidade, que Ele passou pelo mundo “fazendo o bem” e por isso Deus Pai o ressuscitou. Se ser discípulo de Jesus significa imitá-Lo em suas ações, então é preciso que cada um de nós passe pela vida das pessoas fazendo o bem, fazendo o que Jesus fez. Páscoa é passagem, por isso celebrar a Páscoa significa estar disposto a fazer com que passemos da morte do pecado para a vida da graça, da mágoa ao perdão, da violência física e verbal à paz, da escravidão dos vícios à liberdade, do egoísmo à partilha, do materialismo à vida espiritual, do não crer ao crer em Cristo vivo e ressuscitado.
São Pedro ainda afirma: “Nós somos testemunhas de tudo o que Ele fez”. Nós não vimos o sepulcro vazio; mas fazemos, todos os dias, a experiência do Senhor ressuscitado, que está vivo e que caminha ao nosso lado nos caminhos da nossa história, por isso como cristãos temos, por palavras e obras, testemunhar a ressurreição de Cristo com gestos de amor a Deus e ao próximo. Na segunda leitura São Paulo nos diz que ao sermos batizados, morremos para a realidade do pecado e da finitude, e renascemos para uma vida nova em Cristo Jesus, vida eterna, vida onde recebo os bens espirituais de Deus. Para que isto aconteça somos convidados a fazermos o nosso processo de conversão que nunca está terminado. Precisamos revestirmo-nos de Cristo, ou seja, temos que viver com os pés na terra, mas com a mente e o coração no céu: pois é lá que estão os bens eternos e a nossa vida definitiva.
O Evangelho de João que ouvimos hoje começa afirmando “no primeiro dia da semana”. Não significa um tempo cronológico, mas que iniciou para nós um novo ciclo – o da nova criação, um novo tempo (graça), o tempo do homem e da mulher novos, que nasce a partir da ressureição de Jesus. Inicialmente Maria Madalena acredita que a morte havia vencido e por isso vai procurar Jesus no sepulcro. Ela e todos os Apóstolos ainda estavam perdidos, desorientados, inseguros, desamparados, ainda não conseguiam entender que Cristo havia derrotado a morte; mas, diante do sepulcro vazio, Maria Madalena e os Apóstolos percebem que a morte foi vencida, por isso Cristo continua vivo.Por isso a notícia mais importante deste dia é: “Não tenhais medo! Ele não está aqui! Ressuscitou, como havia dito! (Mt 28, 6). Essa é a grande notícia que deve encher-nos de esperança e alegria apesar da tentação do desânimo que podemos sentir diante das dificuldades da vida. Se Cristo venceu a morte que era o maior obstáculo da vida do ser humano, significa que em Cristo seremos vitoriosos em todas as dificuldades que a vida nos apresentar.
Temos que nos alegrar porque existem no mundo, em nosso país, também em nossa cidade sinais de ressurreição e de esperança. Muitas pessoas, lideranças cristãs lutam em defesa da vida, da família, da dignidade do ser humano, combatem toda forma de escravidão e vícios, promovem a justiça, a liberdade, a paz, entregam a sua vida em favor do bem das pessoas, particularmente, dos mais necessitados. Sejamos portadores desta alegre notícia: “Ele Ressuscitou!” Ele não está mais no sepulcro. Ele agora está vivo e ressuscitado no meio de nós. Quando as dificuldades baterem à nossa porta, tenhamos a alegre certeza de que assim como Cristo ressuscitou dos mortos para a glória do Pai, nós também com Ele ressuscitaremos para uma vida nova e transfigurada, porque Ele é por nós, é a nosso favor, doou a sua vida pela nossa vida, para que pudéssemos ter a paz, o amor, o perdão e à benção.
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A primeira leitura tirada dos Atos dos Apóstolo nos apresenta São Pedro afirmando que a Igreja nasce da Palavra de Jesus, fielmente anunciada pelos apóstolos; será esta Igreja, animada pelo Espírito Santo, fiel à doutrina transmitida pelos apóstolos, que tornará presente o plano salvador do Pai e o fará chegar a todos os homens. A leitura mostra São Pedro anunciando a Palavra de Deus a Cornélio, o primeiro pagão a ser batizado, mostrando que a vida nova que nasce de Jesus ressuscitado é para toda a humanidade. A pregação de São Pedro é um Kerigma, ou seja, um primeiro anúncio de que Jesus é “o ungido” de Deus Pai (Cristos – Messias); que Jesus “passou fazendo o bem e curando todos os que eram oprimidos”; “que Jesus morreu na cruz, mas ressuscitou ao terceiro dia”. Depois São Pedro faz a sua conclusão dizendo: “quem acredita n’Ele, recebe, pelo seu nome, a remissão dos pecados”.
Diante das palavras de São Pedro percebemos que Jesus percorreu um “caminho” de obediência ao Pai, um caminho de santidade, que Ele passou pelo mundo “fazendo o bem” e por isso Deus Pai o ressuscitou. Se ser discípulo de Jesus significa imitá-Lo em suas ações, então é preciso que cada um de nós passe pela vida das pessoas fazendo o bem, fazendo o que Jesus fez. Páscoa é passagem, por isso celebrar a Páscoa significa estar disposto a fazer com que passemos da morte do pecado para a vida da graça, da mágoa ao perdão, da violência física e verbal à paz, da escravidão dos vícios à liberdade, do egoísmo à partilha, do materialismo à vida espiritual, do não crer ao crer em Cristo vivo e ressuscitado.
São Pedro ainda afirma: “Nós somos testemunhas de tudo o que Ele fez”. Nós não vimos o sepulcro vazio; mas fazemos, todos os dias, a experiência do Senhor ressuscitado, que está vivo e que caminha ao nosso lado nos caminhos da nossa história, por isso como cristãos temos, por palavras e obras, testemunhar a ressurreição de Cristo com gestos de amor a Deus e ao próximo.
Na segunda leitura São Paulo nos diz que ao sermos batizados, morremos para a realidade do pecado e da finitude, e renascemos para uma vida nova em Cristo Jesus, vida eterna, vida onde recebo os bens espirituais de Deus. Para que isto aconteça somos convidados a fazermos o nosso processo de conversão que nunca está terminado. Precisamos revestirmo-nos de Cristo, ou seja, temos que viver com os pés na terra, mas com a mente e o coração no céu: pois é lá que estão os bens eternos e a nossa vida definitiva.
O Evangelho de João que ouvimos hoje começa afirmando “no primeiro dia da semana”. Não significa um tempo cronológico, mas que iniciou para nós um novo ciclo – o da nova criação, um novo tempo (graça), o tempo do homem e da mulher novos, que nasce a partir da ressureição de Jesus. Inicialmente Maria Madalena acredita que a morte havia vencido e por isso vai procurar Jesus no sepulcro. Ela e todos os Apóstolos ainda estavam perdidos, desorientados, inseguros, desamparados, ainda não conseguiam entender que Cristo havia derrotado a morte; mas, diante do sepulcro vazio, Maria Madalena e os Apóstolos percebem que a morte foi vencida, por isso Cristo continua vivo.
Por isso a notícia mais importante deste dia é: “Não tenhais medo! Ele não está aqui! Ressuscitou, como havia dito! (Mt 28, 6). Essa é a grande notícia que deve encher-nos de esperança e alegria apesar da tentação do desânimo que podemos sentir diante das dificuldades da vida. Se Cristo venceu a morte que era o maior obstáculo da vida do ser humano, significa que em Cristo seremos vitoriosos em todas as dificuldades que a vida nos apresentar.
Temos que nos alegrar porque existem no mundo, em nosso país, também em nossa cidade sinais de ressurreição e de esperança. Muitas pessoas, lideranças cristãs lutam em defesa da vida, da família, da dignidade do ser humano, combatem toda forma de escravidão e vícios, promovem a justiça, a liberdade, a paz, entregam a sua vida em favor do bem das pessoas, particularmente, dos mais necessitados. Sejamos portadores desta alegre notícia: “Ele Ressuscitou!” Ele não está mais no sepulcro. Ele agora está vivo e ressuscitado no meio de nós. Quando as dificuldades baterem à nossa porta, tenhamos a alegre certeza de que assim como Cristo ressuscitou dos mortos para a glória do Pai, nós também com Ele ressuscitaremos para uma vida nova e transfigurada, porque Ele é por nós, é a nosso favor, doou a sua vida pela nossa vida, para que pudéssemos ter a paz, o amor, o perdão e à benção.
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