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Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -O Evangelho de hoje começa dizendo que “Jesus voltou para casa com os seus discípulos”. Isso nos mostra que a casa e o núcleo familiar, graças ao batismo, são uma pequena Igreja, uma Igreja doméstica, conforme nos diz o Concílio Vaticano II. A família realiza em pequena medida o que toda a Igreja é chamada a realizar. Jesus mesmo é quem dá legitimidade a essas pequenas igrejas nas casas. Em sua vida, muitas vezes ele visitou as residências, sentou-se à mesa com as famílias, conviveu com as pessoas. Foi ele quem disse: “onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, aí estarei no meio deles”(Mt 18,20). Por isso hoje também somos convidados a nos reunir em casa para oração em família, meditação da Palavra de Deus e para o diálogo entre os membros da família. O sonho de Jesus é formar uma nova e autêntica família, a família de Deus, que não é constituída por laços de sangue, mas pela fé e pela acolhida da pessoa Jesus Cristo como nosso irmão e salvador. Jesus termina o Evangelho de hoje mostrando quem é a sua família: “Quem fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, minha irmã e minha Mãe”, ou seja, para fazer parte da família de Jesus, é preciso ter a mesma atitude que Ele tem diante da vontade de Deus: ser obediente. Por isso ser da família de Jesus é fazer a vontade de Deus e sentar-se ao redor de Jesus, especialmente da Eucaristia onde Jesus nos alimenta com a sua Palavra e seu Corpo e Sangue. Jesus também chama atenção para que as famílias vivam unidas pois uma família que está dividida contra si mesma, não poderá sobreviver de modo algum.O segundo tema abordado por Jesus neste Evangelho é sobre o pecado contra o Espírito Santo. Jesus declara que todos “os pecados e blasfémias” serão perdoados, mas “quem blasfemar contra o Espírito” não obterá perdão. Isso dá a entender que a blasfémia contra o Espírito Santo seria atribuir ao mal aquilo que é obra redentora do Espírito Santo em Jesus Cristo, seria negar a verdadeira identidade divina de Jesus. Como diz São Paulo: “ninguém pode dizer: \"Jesus é Senhor\", a não ser pela ação do Espírito Santo”, por isso negar que Jesus seja o Filho de Deus e associar a sua ação com os demônios é um pecado contra o Espírito Santo, por isso é um pecado eterno, um pecado que não tem perdão. É sem perdão não por causa de Deus, que a todos perdoa, mas por causa de quem se exclui voluntariamente do perdão e da salvação. Hoje, muitos também consideram bom algo que é mau (a guerra, a pena de morte, a eutanásia, a intolerância, o aborto, o enriquecimento por meio da corrupção ou da injustiça, etc) e como más coisas que são boas (a fraternidade, a compaixão, a justiça social, a tolerância, a castidade etc). É preciso crer na força e eficácia do Espírito Santo, pois foi Ele quem animou e guiou a missão de Jesus. A leitura do Gênesis mostra que Jesus não tem pacto com o demônio pois Ele é o cumprimento da promessa de Deus de que alguém virá para “esmagar” a cabeça da serpente em seu nome. Esta promessa se cumpre exatamente através de Jesus, o Filho da Virgem Maria, a nova Eva. O Evangelho mostra que Jesus veio ao mundo para esmagar definitivamente a cabeça da serpente, ou seja, o poder de Satanás, por meio da pregação da Palavra, dos milagres, da sua morte e ressurreição que tem o poder de “expulsar os demônios”. De fato Satanás será destruído, por uma força vinda de fora, pela intervenção do próprio Deus, “que lhe esmagará a cabeça”. Jesus é aquele que entra na casa do “homem forte” que é o demónio, “amarra-o”, impedindo-o de continuar a sua ação, e “rouba-lhe os bens”, ou seja, retirar do seu poder todos os que eram sua propriedade. Desde o início da vida cristã, que se dá com o Batismo, nós cristãos são chamados a renunciar a Satanás e a fazer a nossa profissão de fé no Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo.São Paulo nos diz que a fé em Cristo Jesus é o antídoto eficaz contra o desânimo em tempos de angústias e tribulações. A fé nos permite ver aquilo que é invisível aos olhos humanos. Ver com o olhar de fé é ver o outro como Deus o vê; por isso, onde existe fé, existe a certeza de que Jesus é o mais forte, que ele veio em socorro da nossa fraqueza no combate cotidiano contra todas as manifestações do mal. Cabe a nós acreditar que Jesus é nosso campeão e saborear com Ele essa vitória que também é nossa, pois Jesus nos representa, pois Ele é nosso defensor, protetor e salvador.
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O Evangelho de hoje começa dizendo que “Jesus voltou para casa com os seus discípulos”. Isso nos mostra que a casa e o núcleo familiar, graças ao batismo, são uma pequena Igreja, uma Igreja doméstica, conforme nos diz o Concílio Vaticano II. A família realiza em pequena medida o que toda a Igreja é chamada a realizar. Jesus mesmo é quem dá legitimidade a essas pequenas igrejas nas casas. Em sua vida, muitas vezes ele visitou as residências, sentou-se à mesa com as famílias, conviveu com as pessoas. Foi ele quem disse: “onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, aí estarei no meio deles”(Mt 18,20).
Por isso hoje também somos convidados a nos reunir em casa para oração em família, meditação da Palavra de Deus e para o diálogo entre os membros da família. O sonho de Jesus é formar uma nova e autêntica família, a família de Deus, que não é constituída por laços de sangue, mas pela fé e pela acolhida da pessoa Jesus Cristo como nosso irmão e salvador. Jesus termina o Evangelho de hoje mostrando quem é a sua família: “Quem fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, minha irmã e minha Mãe”, ou seja, para fazer parte da família de Jesus, é preciso ter a mesma atitude que Ele tem diante da vontade de Deus: ser obediente. Por isso ser da família de Jesus é fazer a vontade de Deus e sentar-se ao redor de Jesus, especialmente da Eucaristia onde Jesus nos alimenta com a sua Palavra e seu Corpo e Sangue. Jesus também chama atenção para que as famílias vivam unidas pois uma família que está dividida contra si mesma, não poderá sobreviver de modo algum.
O segundo tema abordado por Jesus neste Evangelho é sobre o pecado contra o Espírito Santo. Jesus declara que todos “os pecados e blasfémias” serão perdoados, mas “quem blasfemar contra o Espírito” não obterá perdão. Isso dá a entender que a blasfémia contra o Espírito Santo seria atribuir ao mal aquilo que é obra redentora do Espírito Santo em Jesus Cristo, seria negar a verdadeira identidade divina de Jesus. Como diz São Paulo: “ninguém pode dizer: \"Jesus é Senhor\", a não ser pela ação do Espírito Santo”, por isso negar que Jesus seja o Filho de Deus e associar a sua ação com os demônios é um pecado contra o Espírito Santo, por isso é um pecado eterno, um pecado que não tem perdão. É sem perdão não por causa de Deus, que a todos perdoa, mas por causa de quem se exclui voluntariamente do perdão e da salvação. Hoje, muitos também consideram bom algo que é mau (a guerra, a pena de morte, a eutanásia, a intolerância, o aborto, o enriquecimento por meio da corrupção ou da injustiça, etc) e como más coisas que são boas (a fraternidade, a compaixão, a justiça social, a tolerância, a castidade etc). É preciso crer na força e eficácia do Espírito Santo, pois foi Ele quem animou e guiou a missão de Jesus.
A leitura do Gênesis mostra que Jesus não tem pacto com o demônio pois Ele é o cumprimento da promessa de Deus de que alguém virá para “esmagar” a cabeça da serpente em seu nome. Esta promessa se cumpre exatamente através de Jesus, o Filho da Virgem Maria, a nova Eva. O Evangelho mostra que Jesus veio ao mundo para esmagar definitivamente a cabeça da serpente, ou seja, o poder de Satanás, por meio da pregação da Palavra, dos milagres, da sua morte e ressurreição que tem o poder de “expulsar os demônios”. De fato Satanás será destruído, por uma força vinda de fora, pela intervenção do próprio Deus, “que lhe esmagará a cabeça”.
Jesus é aquele que entra na casa do “homem forte” que é o demónio, “amarra-o”, impedindo-o de continuar a sua ação, e “rouba-lhe os bens”, ou seja, retirar do seu poder todos os que eram sua propriedade. Desde o início da vida cristã, que se dá com o Batismo, nós cristãos são chamados a renunciar a Satanás e a fazer a nossa profissão de fé no Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo.
São Paulo nos diz que a fé em Cristo Jesus é o antídoto eficaz contra o desânimo em tempos de angústias e tribulações. A fé nos permite ver aquilo que é invisível aos olhos humanos. Ver com o olhar de fé é ver o outro como Deus o vê; por isso, onde existe fé, existe a certeza de que Jesus é o mais forte, que ele veio em socorro da nossa fraqueza no combate cotidiano contra todas as manifestações do mal. Cabe a nós acreditar que Jesus é nosso campeão e saborear com Ele essa vitória que também é nossa, pois Jesus nos representa, pois Ele é nosso defensor, protetor e salvador.
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